AEROBLOG de 22 de agosto

 

Os prêmios em dinheiro aos atletas olímpicos

Agora que os Jogos Olímpicos do Rio 2016 se encerraram podem ser interessantes alguns esclarecimentos aos fans dos atletas ganhadores de medalhas. Quem ganha um “ouro” vive dias de glória, realiza um sonho, prestigia o país, mas na realidade o ouro é simbólico, pois o metal precioso de cada medalha pesa apenas 6 gramas. Se fosse toda de ouro a medalha chegaria a valer 22 mil dólares, enquanto seus 6 gramas não passam de US$ 600. Mas os comités olímpicos de muitos países oferecem prêmios bem mais valiosos a seus atletas : quem ganha o ouro recebe nos Estados Unidos “apenas” US$ 25 mil, enquanto vários países aderentes ao “multi million dolar award program” da federação asiática oferecem até US$ 700 mil a quem ganha uma medalha de ouro e a Índia 150 mil dólares .Isso se explica considerando que são  uma minoria os atletas desses países com possibilidades de sucesso nas competições olímpicas . Na Europa o país que oferece o prêmio mais vultoso ao atleta que ganha uma medalha de ouro é a Itália: 150 mil euros (75 mil para a de prata, 50 mil por aquela de bronze). A França vem em seguida com 50 mil euros e a Alemanha com 15 mil. Os valores dos prêmios pagos pela Rússia estão na mesma faixa dos italianos, enquanto não há compensação em dinheiro para os ingleses. Na comparação dos montantes dos prêmios deve ser considerado também o potencial e o número de atletas que representam cada país: por exemplo, nos primeiros dez dias dos Jogos Olímpicos os 587 representantes dos Estados Unidos conquistaram 78 medalhas, enquanto os cerca de 3.800 atletas dos países da União Europeia chegaram a 196.

CHINESES ADQUIREM O CLUBE ITALIANO MILAN

Na Itália o Milan, segundo clube de futebol de Milão juntamente com o Inter, por múltiplas razões tem enfrentado problemas técnicos nos recentes campeonatos anuais de “cálcio”, ganhos pela Juventus de Torino. Não lhe faltaram investimentos, pois o seu principal dono era o bilionário Sergio Berlusconi, que entre suas iniciativas extra financeiras adquiriu o Milan há cerca de 30 anos, tendo conseguido que se distinguisse entre os maiores clube de futebol da Itália. Mas a equipe entrou em progressiva decadência, convencendo Berlusconi, aflito também por problemas políticos, judiciários e de saúde a negociar a proposta de aquisição do Milan vinda de Pequim, concluída depois de demoradas discussões. Numa mensagem no Facebook o magnata justifica a venda de 99% das ações do Milan aos chineses – a ser concluída em novembro – como “um ato de amor” pois o está entregando a “um grupo com os meios necessários e a vontade de utiliza-los para que a equipe fique novamente em condição de competir com os maiores clubes internacional”.

GRUPO TURÍSTICO CVC VENDE O SEU CONTROLE

Na semana passada foi concluída a venda do controle do grupo de turismo CVC, o maior do Brasil, cujos principais acionistas – os BTC do Carlyle, fundo de private equity americana e o GIP Fil do empresário Guilherme Paulus-- respectivamente comprador e fundador (em 1972) da operadora colocaram à venda 60 milhões de ações, que renderam R$ 1,23 bilhão. O valor dos papeis, que praticamente dobrou na semana passada, subiu acima de R$ 22,00.A CVC, que inaugurou no primeiro semestre deste ano 37 novas lojas, totaliza atualmente 1.041 unidades.

PAISES PREFERIDOS PELOS “FOOD TRAVELLERS”

Há preferências e motivações de todo tipo, entre os turistas de nossa época. Uns viajam para conhecer a Muralha Chinesa, a Basilica de São Pedro ou a Torre Eiffel, entre os monumentos históricos, outros procuram os museus, ou ainda preferem as liquidações do Macy`s em Nova York, sem falar de grupos ou famílias que querem experimentar especialidades gastronômicas ou pratos típicos. A feijoada brasileira ainda não entrou em todas as listas dos turistas chamados de “food travellers”. De acordo com a pesquisa “Food Travel Monitor 2016” realizada pela” World Food Travel Association” os três países preferidos são a França, a Itália e o Japão. Em particular os chineses, os norte-americanos e os alemães preferem a Itália e costumam incluir em seus itinerários a Toscana e Roma, sendo que a maioria (93%) não deixa de procurar os centros de produção dos vinhos mais renomados, ou faz questão de assistir os “chefes” mais conhecidos em plena atividade nos “showcooking”. Mas não falta quem aprecia experimentar a comida caseira vendida nas ruas. Os chineses são os mais interessados em conhecer os pratos “da terra” e especialidades (69%), seguidos pelos mexicanos (63%) e pelos indianos (52%). Em média 72% dos “food travellers” se consideram “ food experts” e é calculada em 49% a porcentagem de turistas internacionais que, quando escolhem a destinação de suas viagens, incluem entre os itens importantes  a qualidade da comida local .