AEROBLOG de 25 de setembro

 

Está ficando sempre mais importante oferecer às crianças de poucos anos de idade exemplos e qualidade de vida adequada, para que cresçam saudáveis física e mentalmente. Na idade adulta eles atuarão de acordo com as normas de vida que aprenderam em particular até a idade de 8 anos. Talvez em consequência das imagens trágicas de crianças envolvidas na guerra da Síria, que afogaram no mar Mediterrâneo, desamparada após a perda dos pais, ou das que pereceram ou foram feridas mortalmente - como a menina nua fotografada fugindo das bombas americanas ao napalm, cuja imagem foi divulgada pelas estações de TV - cresceu no mundo uma grande piedade pelos meninos e meninas que nascem e crescem sem rumo, as vezes devido à miséria familiar, muitas vezes por causa do descuido e da irresponsabilidade dos pais. Os estudiosos do comportamento humano afirmam que é por falta de carinho que se desenvolvem as piores tendências, sendo necessário o amparo familiar para ajudar as crianças a procurarem seus modus vivendi. Uma pesquisa da HBSC recém-concluída na Europa procurou elaborar uma espécie de classifica que indiquem quais são os países melhores para criar famílias. O resultado indicou a Suécia, a República Checa e Singapura nas primeiras três posições e surpreendeu encontrar a Suíça apenas no 26ª posição, a Grã Bretanha na 29ª, os Estados Unidos ocupando a 37ª e a Itália na posição número 43. A pesquisa aconteceu enquanto entidades nacionais se pronunciavam a favor do “fertiliity day”, exaltando a importância das uniões familiares e o estudo foi dividido em três partes, e entre os nove elementos analisados se destacam a vida social das famílias, o relacionamento entre cônjuges, sua instrução, as entidades de assistência à infância, o custo para a criação de filhos, a qualidade de vida, a saúde média e a facilidade de integração na sociedade. Enquanto a República Checa subiu para o 20º lugar (não há menção do Brasil) os Estados Unidos retrocederam da 16ª para a 30ª posição.

A IATA PREVÊ PARA ESTE ANO QUASE US$ 40 BILHÕES DE LUCROS
Em dezembro passado, a IATA (Associação Internacional dos Transportes Aéreos), como lembra o artigo “Major March” publicado pela revista ATW de julho/agosto, havia previsto que em 2016 as companhias aéreas totalizariam lucros por US$ 36,3 bilhões: esse valor é mais de sete vezes acima da média dos net profits que até 2012, antes da forte caída dos preços do petróleo, eram estimados pela Associação e que, as vezes, nem eram alcançados pela indústria. O panorama mudou após que o petróleo Brent passou a valer menos da metade, pois os custos operacionais caíram em média de 30% e permitiram às companhias aéreas de reduzir o preço das passagens, fato que gerou uma maior procura em particular nas rotas internacionais. E o crescimento, em geral, está superando o previsto, fazendo a IATA prever lucros anuais superiores aos inicialmente forecasted: de fato, se confirmando receitas globais por 709 bilhões de dólares, com uma margem média de lucro de 5,6% as receitas líquidas de 2016 poderão chegar a US$ 39,4 bilhões, de acordo com a atualização divulgada pela entidade internacional que reúne mais de 200 companhias aéreas. A fatia maior dos lucros ficará naturalmente com as empresas norte americanas (cerca de US$ 23 bilhões para as 25 top), com as aéreas latino-americanas somando uns 100 milhões de lucros, algo modesto mas animador considerando que em 2015 elas perderam U$ 1,5 bilhão. Os lucros restantes serão repartidos entre a Ásia e a Europa, excluindo apenas as operadoras da África. A mudança financeira da indústria ainda não produziu receitas que compensem as perdas de longos anos de crise, mas sem dúvida permitirá a redução de muitas dívidas ,em particular com as construtoras de aeronaves e com as empresas que operam o leasing. Assim como favorecerá o crescimento da indústria e dos setores dela dependentes, sempre respeitando as incógnitas de mudanças nas conjunturas económicas, cujos problemas costumam causar efeitos negativos nos balanços das empresas aéreas.

 OS 82 ANOS DE UMA “ESTRELA”

As grandes “vedetes” no mundo atual do cinema internacional são sempre mais raras e, inclusive quando possuem dotes incomuns, a sua permanência nas lembranças dos “fans” é relativamente breve. Entre a minoria de artistas que no século passado divulgaram paixões e lutas em imagens em branco e preto, são poucos os nomes ainda famosos, mas todos os amantes do cinema lembram os filmes “clássicos” com Greta Garbo, Ingrid Bergman, Marlon Brando ou Sofia Loren entre outros, numa época como a atual em que, com extraordinários recursos técnicos e muita fantasia as produtoras parecem ter esquecido aquela que antes era a “arte cinematográfica”. Há dias uma das “relíquias” mais notas no século passado, Sofia Loren, chegou aos 82 anos e revendo a sua imagem ainda cheia de charme, a imprensa italiana lembrou que a atriz ao longo de sua atividade, além de grande popularidade ganhou numerosos prêmios internacionais: entre outros nos festivais de Cannes e Berlim e, em particular, recebeu 2 Oscar, 5 Golden Globe e um Leão de Ouro.

ROMA DESISTE DE ORGANIZAR A OLIMPÍADE DE 2024

A nova síndica de Roma, (cargo equivalente na Itália ao de governador no Brasil), Virginia Raggi, oficializou na semana passada a desistência de realizar em 2024 a Olímpiada que oficialmente havia sido reservada á capital da Itália. A síndica, que é a primeira mulher a governar uma região italiana, tem encontrado Roma em situação administrativa e financeira delicada e tem justificado a renúncia afirmando que tomou essa decisão impopular por temor de que “a corrução se insinue na fase organizacional da Olimpíada”. A afirmação tem causado críticas de parte do presidente do Conselho Matteo Renzi, pois representa o reconhecimento de parte da síndica de que “é incapaz do tomar conta de uma administração pela qual foi eleita por grande maioria de votos”, ainda mais considerando que faltam 8 anos para o evento desportivo, Com a desistência de Roma, a disputa pela Olimpíada de 2024 tem agora dois concorrentes: Los Angeles e Paris.

ROM

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