PREMIADOS EM LISBOA OS AGENTES TOP TAP 2015

A TAP promoveu em Lisboa a TOP TAP 2015 dedicada aos agentes de viagens que mais se distinguiram no ano passado pelo volume de venda efetuado. A cerimônia anual foi presidida por Fernando Pinto, que sublinhou o reconhecimento da companhia aérea portuguesa pela importância da contribuição dos seus parceiros privilegiados de negócio para o desenvolvimento da sua atividade e dinamização da indústria de viagens e turismo em Portugal. Estiveram presentes entre outros convidados, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho o Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e o Presidente da ABAV, a Associação Brasileira de Agências de Viagens, além de David Neeleman, acionista da TAP. Foram premiados, pela primeira vez, os cinco maiores parceiros da companhia no Brasil, sendo igualmente distinguidos com os TOP TAP a Advance / Rextur; CVC; Decolar; Esferatur e a Flytour; em Portugal os vencedores dos prêmios TOP TAP 2015 foram as Agências: Springwater Tourism (1º lugar); Abreu (2º); Geostar (3º); Travel Store (4º) e Corte Inglês (5º). A TAP é a companhia aérea líder de operação no Brasil para a Europa: ela opera em 10 destinos - Belém, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre com voos diretos para Portugal, Lisboa e Porto cujas vendas, no Brasil e em Portugal, representam cerca de 50% do volume total das receitas da empresa, distribuindo-se os outros 50% pelos vários mercados servidos pela companhia, com maior concentração na Europa.

5º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE OSAMA BIN LADEN

No dia 1º de maio foi lembrado que nesse dia de 2011 foi anunciada pelo governo dos Estados Unidos a matança do terrorista mais procurado da época, Osama bin Laden, cujo nome está ligado ao atentado que destruiu em 11 de setembro de 2001 as Torres Gêmeas de Nova York, o pior crime coletivo sofrido pelo país. Bin Laden foi trucidado em Abbottabad, no Paquistão por forcas especiais da Marina estadunidense (Navy Seals). As imagens da blitz noturna para a captura do terrorista da “al Qaeda” foram assistidas na Casa Branca pelo presidente Obama, por Hillary Clinton e por todos os assessore do Pentágono, antes de fazer a volta ao mundo. Mas ninguém viu os detalhes nas fotos do corpo de bin Laden, que “foi transferido numa porta aviões e jogado no Mar Arábico”. Mais tarde surgiram dúvidas sobre a veridicidade da operação contra o terrorista. Entre os que não acreditaram foi o jornalista americano Seymour Hersh, que em 1970 havia sido vencedor do prémio Pulitzer por uma investigação sobre o massacre di My Lai, no Vietnam : ele negou que os americanos descobriram o refúgio de Bin Laden em 2011, sustentando que desde 2006 ele havia sido capturado pela intelligence do Paquistão e escondido, com o apoio da Arábia Saudita, numa moradia em Abbottabad. O endereço do terrorista teria sido repassado aos USA pelo governo paquistanês em troca de um maior apoio do Pentágono ao país nas lutas internas.

Relendo páginas do livro “Caso Varig”

Este site foi o primeiro a criticar, em 24 de janeiro, as 400 páginas do livro “Caso Varig”, escrito pelo comandante Marcelo Duarte Lins. Mais tarde, em 6 de fevereiro passado, ele foi objeto também de comentários abertamente desfavoráveis de parte da jornalista da” Folha de S.Paulo”, Mariana Barbosa, sob o título em quatro colunas “Livro de piloto sobre quebra da Varig é parcial e enfadonho”. De fato nas páginas do livro, pouco inovador quanto às circunstâncias que levaram a Varig à falência, se destaca apenas a evidência que a luta da empresa, “que sangrava a céu aberto” procurando sair da crise, foi enfraquecida pela “disputa fratricida entre grupos trabalhistas” e mais especificamente “entre a Apvar (Associação de Pilotos da Varig) e o SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas). Os acontecimentos que envolveram os dois grupos, relatados enfadonhamente pelo autor (que ocupou o cargo de vice-presidente da Apvar), visam atribuir ao grupo rival os conflitos que bloquearam as tentativas de solução da crise, recorrendo “a entediantes relatos com descrições detalhadas de todas as falas de autoridades” para tentar demonstrar que coube ao SNA e em particular à sua presidente, Graziella Baggio, a falta de entendimentos para salvar a Varig. E minimizam o fato que devido ao excesso de contrastes que tiveram com a direção da Varig todas as lideranças da Apvar foram demitidas. A jornalista, após outras considerações, conclui afirmando que a verdadeira história do drama da Varig ainda depende dos esforços de um autor que não seja parte interessada. Afinal partes interessadas não costumam primar pela isenção.” Assim, nas 2.000 cópias do “Caso Varig” se encontra apenas mais um relato parcial, de irrelevante valor histórico.